Transformação digital e Neurocomunicação

Transformação digital e Neurocomunicação

Para poderem continuar a desenvolver as suas atividades muitas organizações, empresas e profissionais tiveram e continuam a ter de se reinventar, de encontrar novos modelos para os seus negócios.

Nunca como hoje, as novas formas de organização do trabalho foram tão exploradas num espaço de tempo tão curto. A palavra de ordem passou a ser o digital.

Esta é a nova realidade incontornável para todos, mudar para sobreviver.

A transformação digital dos modelos de negócio, dos seus processos e procedimentos é crítico e imperioso de modo a aumentar as probabilidades de sucesso das organizações.

"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."- Fernando Teixeira de Andrade

Partindo desse pressuposto inicial, o da transformação digital, urge refletir sobre um outro fenómeno de inquestionável importância que é a eficácia da comunicação quando se usam tecnologias e novos instrumentos de comunicação.

Como alcançar a máxima eficácia na comunicação e na transmissão do conhecimento e dos saberes? Como garantir que os "cérebros comunicantes" de todos esses processos alcancem os resultados que se esperam tendo em conta os investimentos realizados, tanto aos nível dos recursos humanos como financeiros?

A resposta, na forma com observo a realidade atual, tem sido dada por estudiosos, autores e investigadores que estudam o cérebro e a mente humana e a sua interação nos processos de tomada de decisão e na aprendizagem.

Disciplinas como a economia comportamental, a psicopedagogia, a psicologia e o neuromarketing têm sido os grandes catalizadores, através da interdisciplinardade, que permitiram a descoberta de novos insights fundamentais e que permite repensar um novo conceito denominado de neurocomunicação.

A neurocomunicação permite-nos ficar a conhecer melhor como funciona o nosso cérebro e a nossa mente e como tomamos as nossas decisões de compra, seja de uma ideia, proposta, produto ou serviço.

Permite-nos ainda aprender a promover um ambiente saudável, sustentável e equilibrado quando confrontados com contingências que afetam a produtividade e o bem estar de todos os colaboradores de uma organização.

Em suma, depois da transformação digital, segue-se o próximo passo, o da neurocomunicação que respeita o potencial humano e as reais capacidades de aferição de conhecimentos e de aprendizagem, através da neurociência aplicada aos negócios e ao desenvolvimento pessoal.

E você, já pensou nisso?

Heitor Fox (Neurocach/Trainer)

#Pain Researcher